segunda-feira, 11 de abril de 2011

RAÇA DE HOJE: POODLE



O Poodle é, sem dúvida, uma das raças mais populares em todo mundo e isso se deve a diversos fatores, entre eles a própria antigüidade da raça, que, segundo vários historiadores é conhecida há 6 séculos.
Apesar de a origem do Poodle ser atribuída à França, onde são chamados de "Chien Canne" ou "Caniche", aparentemente o berço da raça é mesmo a Alemanha, onde é chamado de "Pudel", derivado de palavra "pudelin" que significa "jogar-se na água". De qualquer forma, foi na França que o Poodle desenvolveu sua estrutura atual e onde, freqüentando as cortes dos reis franceses desde Luis XIV, ganhou a popularidade que desfruta hoje.
O Poodle era, originalmente, usado para a caça aquática, onde desempenha a função de recuperar as aves abatidas que caiam na água. Foi também utilizado pelos franceses e ingleses como ‘cão trufeiro’, com a missão de utilizar seu excelente olfato para descobrir trufas debaixo da terra. 

Mas foi como cão de companhia que o Poodle se tornou uma das estrelas da cinofilia, estando entre as raças de maior número de registros em diversos países (veja ranking), inclusive no Brasil, onde estima-se que represente mais de 17% da população canina (dados de 1997). Infelizmente, a popularidade trouxe à raça uma série de problemas, desde físicos até de temperamento, muitos deles ocasionados por acasalamentos não recomendados e falta de rigor dos ‘fabricantes de filhotes’. 
Esse quadro de alta popularidade X baixa qualidade dos cães produzidos parece ser uma ‘sina’ da raça, que já foi a mais popular dos EUA na década de 80, perdendo este status justamente em função dos inúmeros problemas que apresentavam esses ‘Poodles’. No Brasil, o quadro da criação nacional apresenta também diversos problemas. Diante da quantidade de cães registrados seria de se esperar que muitos participassem de exposições, mas no entanto, a presença de criadores é bastante pequena o que enseja o crescimento, também aqui, dos ‘fabricantes de filhotes’ que se aproveitam da falta de conhecimento da grande maioria das pessoas e comercializam exemplares que pouco ou nada respeitam os padrões da raça, quer quanto à cor, tamanho e, especialmente, temperamento dos cães.


Personalidade 

Poodle é um cão extremamente inteligente. Segundo Stanley Coren, autor do livro a "A Inteligência dos Cães", a raça ocupa o segundo lugar no ranking de obediência para o trabalho, abaixo apenas do Border Collie (o cão que aparece no filme Babe, o porquinho). Isso explica o fato de que a maioria dos cães de shows, circos, etc pertençam à raça, uma vez que são cães que aprendem muito rápido e fixam de maneira muito consistente as lições aprendidas.
Mas, não foi apenas a sua inteligência, que levou o Poodle a conquistar destaque como cão de companhia. Seu temperamento brincalhão, divertido e afetuoso fizeram com que se tornasse praticamente um paradigma para os cães de companhia.

Apesar de todas as qualidades intrínsecas à raça, e como conseqüência da baixa qualidade da criação, muitos exemplares apresentam problemas sérios de comportamento, chegando mesmo a apresentar traços de agressividade contra o próprio dono e com outras pessoas, desobediência, teimosia, excesso de ‘zelo’ quanto a objetos, isso sem falar do altamente indesejável excesso de latidos. Segundo diversos criadores, a maioria dos problemas de temperamento dos Poodles atinge de maneira mais evidente os exemplares dos tamanhos menores (toy e micro), justamente os mais comercializáveis.
No entanto, além dos cuidados quanto à procedência do cão, é extremamente importante ressaltar o papel do dono na educação do cão: por ser o Poodle extremamente inteligente, também é capaz de aprender que, se ele adotar comportamentos ‘dominantes’ em relação ao dono acaba sendo atendido. E é aí que o dono, procurando ‘agradar’ seu cão acaba por reforçar estes desvios de personalidade. 

Fonte:DOG TIMES

DOENÇAS CANINAS: ASSUNTO DE HOJE - PARVOVIROSE



A Parvovirose é uma das viroses mais conhecidas e mais contagiosas entre os cães domésticos, sendo também chamada de Enterite Canina Parvoviral.
Ataca mais cães jovens do que adultos, pelo fato destes últimos serem mais resistentes pela imunidade naturalmente adquirida.
Apresenta alta mortalidade, cerca de 80%, principalmente entre cães jovens e de raças puras ou animais fracos ou debilitados por verminoses ou outras moléstias, inclusive carenciais.
A doença é causada por um vírus classificado entre outros que atacam ratos, porcos, gado e o homem.
Existe uma pequena possibilidade de infecção no homem pelo parvovírus aparentemente combinado com outros adenovírus, causando alterações no trato respiratório superior e olhos. Entretanto, no homem não há gravidade e conseqüências que se apresentam para os cães.
No cão, a doença se estabelece principalmente no aparelho digestivo, provocando elevação da temperatura, podendo atingir 41ºC, e em animais mais velhos pode ocorrer diminuição da temperatura. Nessa fase o animal se torna sonolento e sem apetite, logo após tem início o vômito e diarréia escura com sangue e odor fétido. Alguns animais apresentam também tosse, além de inchaço nos olhos ou inflamação da córnea (conjuntivite).
O coração do animal também se inflama (Miocardite), principamente quando o animal é jovem, causando morte em geral repentina de evolução rápida, às vezes em questão de dias ou até horas.
DIAGNÓSTICO
O diagnóstico deve ser feito também através de exames laboratoriais, pois existem algumas verminoses e intoxicações que podem ser confundidas com a parvovirose, se muito intensas.
Uma vez diagnosticada a Parvovirose, o animal doente deve ser isolado de outros animais e mesmo do homem, afim de impedir a propagação do mal.
TRATAMENTO
O tratamento dos cães acometidos deve ser feito na clínica veterinária e consiste basicamente na aplicação via parenteral e mesmo oral de soluções isotônicas de sais minerais, glicose e vitaminas ajudando assim na recuperação do animal e prevenindo sua desidratação pelos vômitos e diarréias que são freqüentes e profusos, durante a evolução da doença. Antibióticos devem também ser administrados para prevenirem ou combaterem as infecções secundárias que se associam à virose, não tendo entretando, qualquer ação contra o vírus causal. Antieméticos e antiácidos também são usados na recuperação do animal.
O tratamento, como no caso de outras viroses, visa dar suporte aos animais para que eles consigam reagir. O período de incubação pode chegar a 12 dias e o animal que sobreviver à doença ficará imunizado temporariamente.
PREVENÇÃO
Para a prevenção da virose existe vacina especificamente preparada por cultura do vírus em ovos embrionários, vacinas essas que conferem imunidade satisfatória, sendo tais vacinas classificadas como de vírus vivo atenuado por passagem em meio de cultura.
IMUNIZAÇÃO
A vacina contra a Parvovirose deve ser aplicada de preferência nas fêmeas antes da cobertura, pois terão sua imunidade aumentada para que durante a gestação tenham a oportunidade de através da placenta conferirem a seus futuros filhotes uma razoável imunidade passiva.
Posteriormete ao parto, durante a amamentação, tal imunidade conferida pela vacina aplicada na mãe será transmitida aos filhotes recém-nascidos, pelos anticorpos contidos principamente no primeiro leite, o colostro, protegendo então os filhotes contra a doença até que tenham idade suficiente para que possam ser imunizados com a mesma vacina.
A primeira dose da vacina deve ser dada nos filhotes após 15 dias do desmame por volta de 45 dias de vida.

Revacinações anuais são também recomendadas, tanto aos filhotes quanto aos animais mais velhos susceptíveis de também virem a contrair a doença.
No caso de alguém que tenha perdido recentemente um animal pela doença, recomenda-se que um novo cão somente seja trazido para o mesmo ambiente contaminado após um período de tempo que permita, não apenas que o novo cãozinho tenha adquirido a imunidade necessária para sua proteção como também a desinfecção do ambiente contaminado. A desinfecção doméstica ainda é um problema muito sério em relação ao parvovírus, o qual é altamente resistente, principalmente em ambientes que não recebem sol diretamente.
A parvovirose não deixa sequelas e o animal curado ganha peso e volta a se desenvolver. Porém, apesar de contarmos com recursos como soro e plasma hiperimunes, que conferem ao animal anticorpos já prontos no tratamento da parvovirose, ela é uma doença que ainda mata muitos filhotes.

sábado, 9 de abril de 2011

QUE COISA MAIS LINDA

Raça de Hoje : Pincher









CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
- O pinscher possui pêlos curtos, brilhantes e densos.
- É uma raça de cão de pequeno porte.
- A cor mais comum desta raça é o preto com manchas marrom.
- Em média, a altura varia entre 25 e 30 cm da cernelha*.
- Em média, os pinschers pesam de 3 a 5 quilos.
- As orelhas são de tamanho médio e voltadas para cima.
 
COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:
- Os pinschers possuem um temperamento bem marcante: são ousados, corajosos, curiosos e apegados.
- Costumam latir para estranhos ou em situações estranhas.
- Embora seja pequeno, possui o instinto de cão de guarda.
- São cães leais e inteligentes.
- Os pinschers adaptam-se facilmente em ambientes pequenos como, por exemplo, apartamentos.
- Costumam comer acima das necessidades, desenvolvendo tendência para a obesidade.
- Sem treinamento e socialização, esta raça pode tornar-se agressiva.
- Precisam de socialização com outros cães, pois podem atacar cachorros maiores do que ele.
Curiosidade: a expectativa de vida de um pinscher miniatura saudável é de 15 anos de idade.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Filhotinho Que foi queimado com óleo quente!






Burne, o filhote de pit bull que foi queimado com óleo quente há pouco mais de um mês em Jaguariúna (no interior de São Paulo), deve ter um futuro bem diferente da tragédia pela qual passou no final de fevereiro.

Há várias pessoas querendo adotar o Burne,com fé em Deus ele irá para um lar que vai  tratar dele com muito amor e carinho,depois de uma barbaridade dessas ele mereçe um lar abençõado.
Fico muito feliz em saber que existem pessoas ainda no mundo como o veterinário Danilo que está cuidando do Burne,que Deus continue te iluminando.

Um ser humano que tem coragem de fazer isso com um filhotinho tão lindo, não deve ter coração, nem almenos sabe o que é a palavra amor,nada justifica essa crueldade.

Fonte:R7

Doenças Caninas: Assunto de Hoje - Cinomose

Enfermidade infecto contagiosa, que afeta só os cães entre os animais domésticos. Causada por um vírus, sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio, e menos de um mês em local quente e úmido; muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns. Não escolhe sexo ou raça, nem a época do ano. Ocorre mais em jovens, mas animais idosos também podem se contaminar se não vacinados.
Se infectam (contaminam) por contato direto ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado. Essa transmissão é por secreções do nariz e boca de animais infectados (espirros e gotículas que saem do nariz quando se respira) é a principal fonte de infecção. O animal doente espirra e contamina o ambiente e os animais que estejam perto. Inclusive, se tiver um ser humano por perto, o vírus pode ser carregado até um animal sadio por ele.
O animal pode se contaminar pela via respiratória ou por via digestiva, por contato direto ou fômites (pode ser um objeto ou um ser humano, por exemplo, que carregam o vírus na roupa, nos sapatos) , água e alimentos contaminados por secreções de cães doentes.
Após o animal ser infectado, ocorre o período de incubação do vírus (digamos que seja o período que ocorre entre o vírus entrar no corpo e o corpo começar a manifestar os sintomas da doença) por 3 a 6 dias , ou até 15 dias, e depois disso a temperatura pode chegar a 41ºC, haver perda de apetite, corrimento ocular e nasal . Este estado dura mais ou menos 1 a 2 dias. Depois se segue um período de 2 a 3 dias, as vezes meses, em que parece que tudo volta ao normal. Depois disso pode ser que apareçam os sinais e sintomas típicos da cinomose.
Pode haver sintomas digestivos (diarréia e vômito), respiratórios (corrimento nasal e ocular) ou nervosos ( tiques nervosos, convulsões, paralisias, etc) ou haver associação deles.
O animal pode morrer tendo desenvolvido só uma das fases da doença ou sobreviver desenvolvendo todas, podem desenvolver cada tipo de sintoma aos poucos ou todos juntos.
Normalmente os primeiros sintomas da 2º fase são febre , falta de apetite, vômitos, diarréia, dificuldade para respirar. Depois conjuntivite com secreção , corrimento nasal, com crostas no focinho, e pneumonia. Pode se seguir por 1 a 2 semanas e daí aparecerem os sintomas nervosos, tiques nervosos, depois sintomas de lesões no cérebro e medula espinhal. Em uns, por inflamação no cérebro, os animais ficam agressivos, não conseguem as vezes reconhecer seu dono, ou em outros, ocorre paralisia dos músculos da face em que o animal não consegue abrir a boca nem para tomar água, apatia profunda; por lesões no cérebro e na medula espinhal, andar cambaleante, paralisia no quarto posterior ('descadeirado'). Dificilmente os sintomas são estacionários (vão piorando sempre, de maneira lenta ou rápida).
É de difícil tratamento, dependendo quase exclusivamente do cão sua sobrevivência ou não. Digo quase exclusivamente, porque o veterinário pode ajudar eliminando coisas que podem atrapalhar sua "guerra" com a doença, como as infecções que ele pode ter por fraqueza, aconselhar a alimentação correta, receitar medicamentos que ajudem a combater as inflamações no cérebro, receitar uma medicação que tente aumentar sua resistência, etc.
Sua evolução é imprevisível, ou seja, quando o cão adoece, não há como saber se ele vai se salvar ou não, ou se a morte vai ser rápida ou lenta.
A melhor solução ainda é a prevenção, ou seja, vacinar corretamente.



Maria Thereza Cera Galvão do Amaral
Médica Veterinária Homeopata - São Paulo 
 
 Fonte de Pesquisa: http://www.saudeanimal.com.br

Apaixonada por Pug!




As rugas dos Pugs conquistam

Os Pugs não são Bulldogs Franceses com orelhas caídas e não são mini-Mastiffs ou mini-Bullmastiffs, como podem parecer à primeira vista. Também não têm relação com os Shar-Pei. A raça mais próxima de um Pug é a Pequinês, que apresenta origem comum e história muito similar.


A raça Pug é classificada como "cão de companhia", fazendo parte do grupo dos cães "Toys" ou "de Companhia", o grupo 9. Os Pugs deveriam pesar entre 6,3 e 8,1 kg, sendo cães pesados para a sua estatura. Sua aparência geral deve ser quadrada e maciça, deve mostrar "multum in parvo " (muita substância em um pequeno volume), o que transparece em sua forma compacta, com proporcionalidade entre as partes e musculatura firme.

A cabeça do Pug é a característica mais original e típica da raça. Deve ser redonda quando você a olha de frente e o focinho completamente chato quando olhado de perfil. Os olhos de um Pug são redondos, escuros, expressivos e cheios da vida. Suas orelhas são ajustadas na cabeça, devendo ser pretas. As rugas na cabeça de um Pug devem ser profundas e fáceis de ver, porque dentro delas a cor é mais escura do que fora. Deve existir uma grande ruga sobre o nariz.

Outra característica importante do Pug é sua cauda. A cauda é implantada acima da garupa e deve ser fortemente enrolada. A cauda duplamente enrolada é a ideal que os criadores buscam, mas uma única volta apertada é aceitável. Os Pugs têm basicamente duas cores: fawn (abricot) em várias tonalidades e preta.

Uma raça dócil e muito amiga

Bastante fiel ao dono, torna-se facilmente um companheiro inseparável. Na verdade, acompanha-o para todo o lado mesmo sem ser convidado. O Pug demonstra-se extremamente sociável e rapidamente se enquadra e adapta-se a ambientes e pessoas estranhas. É considerado uma das raças mais dóceis.

Outra característica diferenciadora é o seu latido: som emitido, muito parecido com um roncar, é intervalado por grunhidos como se o cão estivesse engasgado. No entanto, quando quer comunicar-se com alguém, o som torna-se mais agudo e longo.

De acordo com o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, o Pug encontra-se na 53ª posição entre as raças pesquisadas no quesito Inteligência a Adestramento e Obediência a Comandos.

A expectativa de vida do Pug varia entre 13 e 15 anos.


Fonte de Pesquisa : http://www.tudosobrecachorros.com.br/2011/03/pug.html